quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sentindo-me um magnata

Nome: Casa São Paulo Pizzaria
Ramo: Alimentício
Endereço: Alameda Dom Emanoel Gomes, número 335, Setor Marista.



Acho que já perceberam que eu e meu amor adoramos pizzarias, não é? Pois bem, o post de agora, adivinhem...também é sobre o atendimento de uma pizzaria aqui de Goiânia! :D

Galera, faço questão porque, realmente, o atendimento que recebi da Casa São Paulo chega ao nível do atendimento prestado na Fábbrica de Pizza. Vamos entender o porquê dessa satisfação?

Primeiramente, o ambiente já me deu uma paz absurda. Espaços externo e interno bem arejados, confortáveis e, em relação ao atendimento, basta dizer que, de cara, já havia um rapaz para nos receber assim que lançamos nossos olhares sobre as possíveis mesas e cadeiras desocupadas do local. Após perguntar se gostaríamos de ir para o ambiente externo ou interno, sendo que optamos pela sugestão número 2, ele nos levou até um salão elegantemente confortável, com mesas dispostas de maneira bem organizada e paredes com pinturas em carvão da Pinacoteca e da estação de metrô paulista. Já gostei.

Em seguida, nos explicou que havia uma brinquedoteca e um cineminha para o caso de a Ana querer se distrair um pouco. Ela não queria. Decidiu analisar o atendimento conosco, hehe.

Bom, fizemos o pedido e, poucos segundos depois, já possuíamos sobre nossa mesa o suco desejado. Isso é bom. Me causou boas expectativas. E eis que surge o motivo da minha maior satisfação perante esse atendimento: a pizza estava pronta para ser degustada com menos de 15 minutos! Quem vai a pizzarias, sabe que isso é muito bom. E que delícia! Brás, Liberdade e Bixiga foram os sabores que compuseram a pizza escolhida por nós. Experimentem, pois não se arrependerão.

O melhor de tudo é que havia sempre um garçon atento para preencher nossos pratos vazios e famintos.

Como numa orquestra, os maestros da Casa São Paulo me surpreenderam bastante, pois nunca pensei que conseguiria me sentir como uma figura importante da sociedade apenas ao comer uma saborosa pizza numa noite de sábado. Acho que agora já posso pensar em morar na capital Paulista.


Nota para o atendimento: 10,0.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Experimento

Nome: Yoggi Bar
Ramo: Sorvetes (Frozens)
Endereço: Goiânia Shopping, piso 1.



É febre! E como toda febre, é preciso que alguém dê uma opinião pra saber o porquê dessa nova onda vir tão forte à cidade.
Do que estou falando? Ah, sim. Do Frozen Yogurt. Peguei pra Cristo a empresa Yoggi, que promete um atendimento diferenciado e um produto único.
Eu e minha linda passávamos em frente à franquia do Goiânia Shopping enquanto eu pensava:

"Hum, será que é bom? Será que eles são bons?"

Não deu outra.

- Amor, vamos experimentar esse Frozen aqui?

- Ué, vamos sim. Mas jabuticaba? Quais sabores eles têm além desse?

- Blend..seja lá o que for isso, Smoothie, que parece um suco doidão e..acho que só.

- Ok, bebê, vamos à fila.

(alguns minutos depois)

- Moça, qual a diferença entre o Yoggi e o Blend?

- O Blend é a mistura de 3 ingredientes escolhidos por vocês. O Yoggi é apenas um sabor, ou misto (jabuticaba e yogurt natural).

- Aaaaah...Eu quero um Blend. Amor?

- Blend também.

- Escolham os sabores: amora, framboesa, cereais, morango...

- Amora...huuumm

- O que combina com amora, senhor, é: (moça usa o sistema oferecido pela empresa que mostra as combinações certas!) morango, amora ou cereais.

- Morango e amora! Amor?

- É, eu também.

- R$ 10,50 cada, senhor.

- (OUCH!) Ok, tá aqui. Gostaria de adicionar esse tal de topping. Posso?

- Pode sim. Qual seria?

- Cerejas! (*-*)

- Há o adicional de R$ 1,00 por ele.

- (OUCH²!) Tá aqui, moça.

- Basta aguardar logo ali, Thiago.

- Ok (como ela sabia meu nom...ah, o cartão. Dert.)


(alguns minutos depois)


- Nossa, o pote vem com o meu nome. Que doido!

- Prontinho, Thiago. Aproveite.

- Obrigado, moça!


Moderno, ágil e agradável (em relação a seu ambiente). Até que me surpreendi com o atendimento do Yoggi Bar. O tal Blend é até curioso, é bom, é sim. Mas o melhor foi com certeza o atendimento.


Nota: 9,5

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Relato dos 10%

Viajem na cena:

- Esse valor aqui tem os 10% incluídos?

- Isso.

- Mas eu não vou pagar esses 10% coisa nenhuma.

- Mas é lei. Você é obrigado a pagar.

- Eu me recuso a pagar isso pra vocês.

(nisso, um terceiro se aproxima)

- O senhor foi mal atendido?

- Sim, eu fui. E muito!


Sem mais, Meritíssimo.

Ps: Relato dado pelo Antônio, vulgo Japonês, um colega de facul. Será que estou morrendo de vontade de ir na Cascata Pizzaria? :D

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Agility sulla scena

Nome: Spoleto
Ramo: Alimentício
Endereço: Shopping Bougainville, piso 3.



Eita faculdade que não me dá descanso! Bom, mas estou aqui de novo pra comentar o atendimento de um lugar que me salva muitas vezes por ser um dos meus pontos de abastecimento em meio à correria do dia-a-dia (adoro dizer que vivo na correria do dia-a-dia. É sério). A quem me refiro? À equipe da Spoleto do Bougainville!

Na verdade, frequento a Spoleto durante a semana, e apenas com a minha parceira-que-amo-muitão. Acaba sendo um jantar romântico que acontece de dia, ou seja, sem nenhuma luz de velas. Ah, e sempre é na hora do almoço, o que o torna um jantar-almoço-romântico, mas divago. A questão é que o atendimento é muito bom! As filas existem, como de praxe, mas elas acabam rápido. E adivinhem por que isso acontece. Algum chute? Sim! Agilidade! (superestimo sua inteligência? :D)

1º passo: Você chega e encara uma pequena fila ou dá sorte e vai direito ao passo seguinte.
2º passo: Os ingredientes. Agilmente, o chef pergunta quais os ingredientes que você deseja adicionar ao prato escolhido por você. É lindo. Queijo, tomate seco, bacon, peito de peru, milho, champignon...huuummm... Eer, voltando ao atendimento, a rapidez com que eles raciocinam e montam seu prato só não é mais notável do que a velocidade com que sua bandeja fica pronta para ser levada à sua mesa.
3º Passo: É hora de pagar! Pagamentos de todas as formas são feitos, o que faz com que a dor de cabeça e a frustração que a compra não-realizada proporciona nem tenham possibilidade de existirem.

Em menos de 7 minutos, a Spoleto é capaz de mostrar o que é praticar o fast-food sem precisar de produtos quase prontos para que possa atingir o objetivo de oferecer uma refeição italiana suculenta, rápida e persuasiva. Sim, quem come acaba voltando lá, não adianta.

Mas, é claro que sou suspeito para falar da Spoleto por realmente ter sido conquistado pelo serviço que prestam e pelo produto que vendem. Pensando bem, é exatamente por ser suspeito que mereço e devo elogiar o trabalho que prestam. Congratulazioni!



Nota para o atendimento: 9,0


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Retoques

Nome: Hot Park
Ramo: Entretenimento
Endereço: Rio Quente, Goiás, próximo a Morrinhos.


Caraca, pimentão! Minha imagem, hoje, se resume nessa expressão. É que acabei de chegar do Hot Park, e, mesmo sendo esse um império que possui enorme fama com o auxílio das já tradicionais águas termais de Goiás, preciso fazer meu papel e relatar alguns pontos interessantes desse lugar.

Acordei cedo e já entrei no carro do meu bebê com a ideia de esquecer o mundo e curtir um bom dia de feriado regado a muita água quente e corridas com bóias e tapetes, half pipes e etc.
Depois de algumas horas de estrada - e também algumas desviadas imprevisíveis, né, amor? hehe - nós chegamos!
Primeiramente, devo dizer que fiquei um pouco decepcionado com a confusão da troca de ingressos que, comprados dias antes, deveriam ser requeridos na hora mediante pedido formal que explica o esgotamento destes nos locais procurados a princípio. A informação passada é que, na bilheteria mesmo, era possível retirá-los. Mas lá, a coisa foi um pouco diferente, e tivemos que andar além da conta para conseguir. Mas deu certo, menos mal.

Por falar em andar, haja disposição. O lugar é lindo, não há dúvidas. E é também gigantesco! Pagar R$ 6,00 por pessoa para poder ter a ajuda mega-temporária de um carrinho de golfe que não é um carrinho de golfe no transporte é demais. Mas divago.

O Hot Park ganha pontos preciosíssimos por suas sinalizações que, sem sombra de dúvidas, fazem uma enorme diferença no quesito organização. Sabia encontrar lojas, restaurante, brinquedos com uma facilidade ímpar.

Os funcionários, na sua maioria, não fedem nem cheiram. Nos tratam com certa frieza, mas não a ponto de nos deixarem com uma impressão ruim. Eles só fazem o que é trivial. O que é uma pena. Mas, como o lugar é uma verdadeira cidade artificial, há as famosas exceções, claro.

O que gostaria de frisar, aqui, é mesmo o atendimento na hora do pagamento. A fila formada já é algo que deixa qualquer um impaciente, mesmo que muitos digam ser impossível sem sua criação. Mas por que não colocam pessoas que recebem, ainda na fila, de TODOS aqueles que desejam pagar apenas no cartão, por exemplo? A máquina não pesa tanto assim. Cheguei a ver um atendimento assim, mas apenas para algumas pessoas, sumindo logo depois. Mais uma vez, que pena.

Ao menos a caixa foi ágil e fez valer a espera e a agonia de estar numa verdadeira muvuca.

Sendo fã desse parque, devo dizer que, pelo seu tamanho, sempre haverá uma ou outra falha acontecendo, porém, há falhas que chamam muito a atenção - e cito aqui a comida sem gosto e a sobremesa que não fazem jus ao valor cobrado pelo almoço.

Enfim, é uma obra-de-arte que necessita de alguns retoques.


Nota para o atendimento: 7,0

Huuumm

Nome: Doce Paladar Confeitaria
Ramo: Doces, tortas e etc.
Endereço: Rua 147, número 362, Setor Marista.

Dias atrás, minha namorada me fez uma promessa: disse que me levaria para experimentar certas delícias de um certo lugar. Tomado pela curiosidade, me mantive sob controle para não tentar arrancar dela informações cruciais, ao menos não antes da hora, através de manhas, bicos e afins. Ela foi firme, dura na queda, devo confessar. Porém, enfim, o dia chegou.

Tratava-se da Doce Paladar Confeitaria. Coisa ruim, não? Mas não tenho como objetivo ser redundante ao comentar a qualidade de seus produtos, até porque esse não é o ponto central do site.

Antes de comentar sobre o atendimento, preciso dizer que, se não fosse por conta do frontlight externo, não perceberia se tratar do estabelecimento em si.

- Amor, é aqui mesmo?
- Aham.
- Nossa, parece um prédio executivo, sei lá. Talvez, um escritório de advocacia, haha.

Elegante por fora, e mais ainda por dentro. Ambiente considerado agradável, faltava apenas avaliar cada um dos que compõem a força da marca. E eles totalizam 10 integrantes apenas no balcão de atendimento!

A ideia do rodízio - que acontece, inclusive, com base numa mesa usada como centro do espaço de atendimento, onde percebi que os funcionários nela dão voltas para que se organizem e todos atendam na mesma intensidade - é fantástica, pois o cliente nunca fica esperando o término de outro para ser atendido. Ponto!

Outra ideia que gera bons atendimentos é a entrega de gostosuras. O processo em questão dá-se, primeiramente, num espaço situado logo ao lado do balcão de atendimento, mas com divisórias distintas. Personalização parecia ser a ideia principal do serviço. É como você se sentar, dizer o que quer, planejar junto com o atendente e fechar negócio. Interessantíssimo.

Clima agradável, agilidade e praticidade. Esse é o segredo do sucesso que a Doce Paladar obteve em relação à minha experiência em sua loja. Valeu, amor!


Nota para o atendimento: 9,0

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

OK!?

Nome: Pit Dog do Valdeir
Ramo: Fast Food popular
Endereço: Setor Marista, praça próxima ao colégio Marista.




Unf! Voltar a pé do trabalho é canseira. Tá que eu vim correndo, mas ando precisando de um carro urgente...Bom, acelerei o passo pra pedir uma coisa a vocês, queridos empreendedores de Goiânia:

Não gritem com os seus clientes!


Basta dizer que, num certo dia ensolarado...

(tuuuu...tuuuuu...)

- Pit dog, boa tarde...

- Boa tarde, cara. Deixa eu te falar...manda uma Coca-Cola 2 litros aqui pra rua percevejo feliz, número...Ok?

- Ok, já estou mandando.

(25 minutos depois)

- Alô, Valdeir?

- Alô...

- Cara, pedi uma Coca-Cola aí pra vocês, mas isso foi há meia hora e ainda não chegou...

- JÁ TÁ CHEGANDO, OK!?!

- (silêncio) Tá...


Sim, era apenas um pit dog, o Pit dog do Valdeir, mas poxa, gritar com quem paga as contas dele é demais, né? Detalhe: o pit dog fica pertíssimo do meu trabalho. Sim, demorou demais, além de tudo. É tenso.


Nota para o atendimento: 3,0 (o guri que geralmente leva nossos lanches é gente boa. Merece.)




segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Framboesa de Ouro

Nome: Cinemas Lumiére
Ramo: Entretenimento
Endereço: Shopping Bougainville, piso 3.


Eu consegui! Finalmente! Assisti ao filme "Tropa de Elite II". Uffa!

E é "uffa!" mesmo.

Dessa vez, o atendimento em questão se volta ao bem-estar daqueles que procuram apenas um filme pra curtir no fim-de-semana ou procuram conferir aquela película que aguardam há algum tempo.

E eu me decepcionei com o local que escolhi para assistir um dos filmes mais importantes do cinema nacional nos últimos tempos. Sempre fui frequentador assíduo dos Cinemas Lumiére, no shopping Bougainville. Gosto dos filmes menos comerciais que eles costumam adquirir e apresentar ao público - se bem que isso vem diminuindo com o passar do tempo. Capitalismo, sempre ele.

Bom, mas o fato é que tive que encarar 3 idas ao shopping para, só na última, conseguir assistir ao novo filme de José Padilha. Filas intermináveis para apenas uma ou duas salas disponíveis. Poxa, se toda uma ação de marketing foi produzida, com direito até a camisetas personalizadas com o símbolo do BOPE, por que não acontecer um planejamento mais eficaz para os dias em que os resultados seriam obtidos? Mais salas, mais organização (as filas serpenteavam pelo hall de alimentação, chegando ao cúmulo de atrapalharem as refeições das outras pessoas), mais praticidade. E são quesitos aparentemente mínimos como esses que fazem toda a diferença.

Ah, claro, e havia a forma de pagamento. A única.

Como um cinema que deseja receber tantas pessoas não utiliza sistemas para pagamento no cartão hoje em dia? Tudo é no dinheiro. E dá-lhe irritação da clientela, e dá-lhe pipoca sendo esnobada por só aceitarem dinheiro, e dá-lhe reclamação de clientes dentro do cinema dizendo que era a última vez que iriam lá. Enfim, não fosse o espetáculo que é o filme (e também uma "porrada social na cara", diga-se de passagem), com certeza a insatisfação seria ainda maior.

O que fica então é a lição: não crie expectativas exageradas, pois elas podem alimentar o público de uma maneira que tornará impossível a organização no dia em que determinado evento acontecer. Por mais que a fila tenha sido bem distribuída entre as duas salas de projeção e o ambiente seja agradável e até charmoso, o que faz com que alguns pontos positivos sejam concedidos, a qualidade do atendimento escorregou por entre os dedos da administração e ficou abaixo das expectativas que ela mesmo criou.



Nota para o atendimento: 4,0

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A contaminação começou

Nome: Loja Vírus (site)
Ramo: Calçados e acessórios
Endereço eletrônico: www.lojavirus.com.br



E se você pudesse ir a uma loja sem nem precisar levantar da poltrona de sua sala?
Tá, ok, hoje em dia isso já não é tão difícil assim, já que temos a internet como auxílio. E é exatamente esse tipo de atendimento que analisarei dessa vez.

Tudo começou com uma necessidade. Precisava de um novo tênis, pois o que estava usando já não aguentava a jornada diária de faculdade e trabalho (mas juro não possuir chulé. É sério). Andei por shoppings e shoppings à procura de um Converse Weapon que havia visto há alguns meses, mas nada de obter sucesso na busca. Foi então que recorri (DUH!) à internet. Loja Vírus é o nome do estabelecimento que escolhi para comprar o bendito. Trata-se de uma loja especializada em converse's, bull terrier's e artigos da Coca-Cola (entre outras marcas). Digamos que eles possuem o maior acervo da marca cobiçada por mim - levando-se em conta todo o território nacional.

E eles possuem o site.

Foi através desse site que pude conferir peça por peça, e, enfim, fazer minha escolha. Como não possuo cartão de crédito atualmente, tive que recorrer à minha namorada e alugar o dela novamente (como já disse, eu pago direitinho!). Dividi em duas vezes e fiz questão de pagar um frete de R$ 40 para que o tênis chegasse antes de sexta.

E como o atendimento é bom!

Ao cadastrar minha namorada (já que a compra foi no nome dela), eles já enviam um e-mail agradecendo e explicando como se desenrolará todo o processo. Com a senha do cadastro em mãos, fui acompanhando a aprovação do pagamento, a separação do produto, o despacho e a rota de entrega. Hoje - apenas um dia depois do despacho aos correios, sendo que todo o processo durou apenas 3 dias! - tive a emoção de chegar em casa, depois de um dia de ansiedade (sim, eu queria MUITO esse tênis), e constatar que, sobre minha cama, havia uma caixa branca com uma máscara de gás estampada em sua face. Era a Loja Vírus me surpreendendo com sua reciprocidade, sua eficiência e sua total qualidade.

Estou contaminado!



Nota para o atendimento: 10!


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ruídos na comunicação

Nome: Riachuelo
Ramo: Loja de departamentos
Endereço: Goiânia Shopping, piso 01


Que tal uma análise de um atendimento prosaico, como o presente numa simples venda de óculos?
Há alguns dias, eu vinha em busca de um par para poder usar naqueles dias em que acordo com a cara inchada de tanto sono para ir à faculdade e também quando fosse viajar e tal. Pois bem, depois de muito andar, e com pouco dinheiro no bolso, acabei encontrando um modelo com design italiano na Riachuelo que me agradou bastante. Até a escolha ser concretizada, o atendimento em si não havia começado. Foi no instante em que pedi para o meu amor me alugar seu cartão de crédito (eu pago direitinho, viu?) que percebi como detalhes mudam a percepção de um atendimento, por mais simples que ele possa parecer. A questão é que, enquanto uma das moças me atendia, um rapaz chorava pitangas em busca de um desconto de 5% para uma segunda atendente, que recusava firmemente.

- Ah, moça, só mais cinco por cento, vai?!
- Não, senhor, não posso. Vocês já estão pagando barato demais.
- Mas fala com seu gerente. Ele vai deixar! O nosso dinheiro é suado! Cada real aqui é valioso - diz o cliente, rindo logo em seguida.
- O nosso também é soado. A gente soa pra conseguir - diz outra atendente, também rindo.


E então, outro cliente chega, já com os óculos em mãos.

- É presente, senhor?
- É sim.
- O senhor sabe que a gente não trocamos em caso dela não gostar, né?
- Ah é?
- Sim, nós não podemos estar trocando em caso nenhum.
- Ok.


Por fim, chega a minha hora.

- Vai querer fazer o cartão da Riachuelo, senhor?
- Não, não. Vou dividir em 3 vezes, por favor (êêê pobreza!)
- Nós não estaremos trocando em caso de arranhados, tá?
- Aham. Vamos ver se tem algum arranhado aqui. [...] Ok, pode colocar na caixinha.
- Obrigado e volte sempre, senhor.
- Muito obrigado, moça.


Por mais que o atendimento tenha sido simpático (e foi), saí lembrando mais dos sinos, dos gerúndios e do coloquialismo exagerado do que propriamente da atenção que a moça me prestou durante a compra. A comunicação fez toda a diferença. Negativamente falando.



Nota para o atendimento: 5,0


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Delícia de atendimento!

Nome: Brasil Cacau
Ramo: Chocolates & Cafés
Endereço: Rua 09, número 1606, loja 2, Setor Marista.


Quem, em Goiânia, já ouviu falar da Kopenhagen? Acredito que boa parte dos goianos já se deliciou com alguns dos doces dessa maravilha em forma de lojas que se encontram nos melhores shoppings da cidade. Pois bem, visando o alcance do público que não tem o poder aquisitivo daquele que é seu principal, o grupo que a comanda criou a Brasil Cacau, que tem como principal característica o gostinho único dos chocolates de sua prima elitizada unido a preços mais acessíveis.

E hoje eu fui experimentar o atendimento desse "filhote" que, já no folder, parecia ser maravilhosamente suculento.

A ideia era encomendar uma caixa de bombons para o meu bebê, juntamente com uma rosa. O melhor de tudo é que eles praticam o delivery de chocolates! Sendo assim, fiz questão de ir lá e ver o que eles poderiam me oferecer.

De cara, já fui maravilhosamente bem atendido pelas duas garotas que fazem o trabalho de marketing dessa loja. Muito educadas e prestativas, me conduziram até a certeza de que eu realmente queria experimentar esse serviço de delivery na busca pelo sorriso de quem eu amo (que lindo!).

No dia seguinte, como prometido, compareci à loja com minhas escolhas em mente. Amor Perfeito (bombons recheados com cereja numa caixa em formato de coração) e uma rosa com botão de chocolate. Nesse momento, conheci alguém que acredito ser a gerente dessa filial, que me ajudou de um jeito preciso ao conceber uma embalagem tão linda que, acredito, minha namorada mal teve coragem de desfazer ao receber o presente em seu trabalho. Com uma simpatia que se iguala à das duas garotas que me atenderam no começo, ela fechou o ciclo, me fazendo ter vontade de contar com a Cacau Brasil sempre que quiser adoçar a vida de alguém.

Algumas horas depois, ainda voltei à loja para saber como foi a entrega. E a descrição que ela me fez (acreditem, ela fez questão de entregar pessoalmente!) me empolgou tanto que me dá vontade de dizer a vocês como foi. Mas isso é uma outra história. =)

Impressionante e prazeroso do início ao fim, esse atendimento me conquistou.



Nota para o atendimento: 10!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fábbrica de Pizza



Cara, tive um dos melhores atendimentos da minha vida! Não é exagero dizer que, ao escolher a Fábbrica de Pizza para curtir alguns momentos de pura gula, tomei uma das melhores decisões da minha semana. Aliás, tomamos, pois meu amorzito estava junto comigo durante o processo de "exclusão-de-lugares-chatos-e-procura-por-lugares-diferentes".

Chegando à nossa escolha, que já havia sido cogitada dias antes, pude ver como a ideia de ter uma estrutura que relembra a época medieval é elegante. Uma pizzaria com um clima romanticamente medieval pode ser uma boa definição para esse lugar.

Mas o que me empolga nisso tudo é o atendimento!

Sentei na mesa com minha namorada e com a Aninha, minha "amiga-filhota", depois de ser guiado por um senhor que nos levou até as mesas que ficam próximas aos brinquedos. E isso sem pedirmos por isso (até porque nem sabíamos que aquilo tinha um parquinho!). Primeiro ponto que me chamou a atenção: eles souberam enxergar nossas necessidades já nesse instante.

Me sentei e meu bebê foi vigiar a Aninha enquanto ela brincava, deixando sua bolsa em cima da nossa mesa. Prestativo e surpreendentemente eficaz, o garçom - que me irrito por não saber que nome possuía - me apresentou um pedestal onde bolsas eram colocadas, liberando o espaço da mesa. Eu nem me incomodava, juro. Segundo ponto: ele soube preparar o ambiente ao nosso favor sem mesmo que nós precisássemos nos expressar negativamente na busca por isso.

Pedimos a pizza. Di Napole, Pomodoro e uma que não me recordo o nome. A espera de pouco mais de 25 minutos foi compensada. O mesmo garçom fez questão de nos servir impecavelmente, chegando ao ponto de perceber, de longe, que tínhamos dificuldade de pegar o pedaço da pizza, vindo em nosso auxílio.

A foto! Peguei a câmera para tirar uma foto minha e do meu amor, e ele fez questão de perguntar: "Deseja que eu tire pra vocês?"

No fim da noite, o mesmo rapaz ainda agradeceu e pediu desculpas pelas falhas recorrentes. Nesse momento, a pizzaria estava lotadíssima, e eu apenas disse: "Você foi preciso. Parabéns". Simples assim, mas me encontrava com uma alegria enorme no momento em que citei esse fato.

Sei que, para muitos, ele não fez mais do que sua obrigação. Porém, fazer o que é obrigação é muito diferente do que fazer o que é obrigação com um prazer estampado na cara. Me senti em casa.

Enfim, pizzas maravilhosas, ambiente fantástico e atendimento nota 1000. Sendo essa a primeira vez que vou à Fábbrica de Pizza, só preciso salientar que eles me conquistaram. Saí de lá querendo voltar o mais rápido possível.


Nota para o atendimento: 10!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A Origem!


Não, não é um plágio. Aliás, não tem nada a ver com o filme de Christopher Nolan. Contarei aqui a história que me fez ter vontade de originar esse blog.
Ela aconteceu em uma calorosa noite de quarta (ó, é hoje!) em Goiânia, minha querida cidade.

Bateu aquela fome. Eu e minha namorada, depois do meu expediente no serviço, fomos ao famigerado Mc Donald's pra bater aquele rango da madrugada (saio às 22h). Difícil encontrar lugares práticos que funcionem até as 23h, e esse é um deles aqui na minha cidade. Chegando lá, fiz meu pedido e já no primeiro contato escutei um ríspido "Retira seu cartão!" da atendente que parecia não aguentar ficar mais ali. Ok, relevei, pois entendo que é uma profissão complicada e tal.

Comemos. E a melhor parte aconteceu depois dessa atitude.

Voltei ao balcão para pedir um McFlurry Negresco e, novamente, escutei o "Retira seu cartão!" da mesma pessoa. Duas vezes, poxa? Fui aguardar e percebi que uma senhora que havia entrado comigo ainda esperava por seu lanche.

- Cadê o meu pedido? - ela perguntou.
- Tá quase pronto, ok? - respondeu grosseiramente o supervisor, ou alguém que parecia ser um por conta do uniforme diferenciado. Ríspidos seus funcionários, hein, Ronald?
- Hey, não precisa ser grosso - respondeu a senhora, indignada.
- Não estou sendo grosso (Negou grosseiramente, ainda por cima).
- Olha só, rapaz, eu vou falar com seu superior!
- Fala com quem você quiser!

Sim, essa foi a resposta do cara que, provavelmente, estava liderando a equipe da noite.

E aí, o efeito dominó aconteceu.

- Hey, cara! Tu tem que aprender a respeitar os clientes.
- Fica na sua! (sim, essa fala é do tal supervisor!)
- Como é que é? Você é um bosta, rapaz!
- Fica na sua senão chamo a polícia - disse o "profissional", saindo em seguida na direção dos fundos da loja.
- Vai ficar escondido aí, é? - disse um outro cliente que resolveu também tomar as dores.
- Se não aguenta a pressão, vaza, brother! - eu disse, com um prazer que me fazia sorrir por dentro. E por fora, claro. Que situação!

Minutos depois, o funcionário exemplar volta e ouve mais algumas provocações de um dos clientes indignados e resolve transbordar. A cadeira que estava encostada é que leva o prejuízo. Ele a arremessa no chão e sai de cena.

Saí de lá impressionado com os resultados dos últimos cursos de treinamento do Sr. Ronald McDonald. Sou fã da marca e direto faço minhas refeições por lá. Mas a unidade da praça do ratinho precisa sim de pessoas que vejam no trabalho a oportunidade de serem importantes em algo. Esse rapaz, com certeza, não viu.

Amo muito tudo isso. Mas ele não.

O bom é que, com tudo isso que aconteceu, agora terei um bom lugar pra desabafar. =)


Nota para o atendimento: 0,0